De repente senti meu coração silenciado nos olhares inocentes que deparei entre circunstâncias fora da nossa percepção de felicidade. Foi então que descobri que rostos serenos significam além de problemas sociais, quando podemos estampar o prazer em aproveitar aquilo que se pode ter e sonhar.
Enxergar o reflexo da satisfação das pessoas que moram nas ruas, nas casas de madeira mais parecidas com papel, me fizeram entender que talvez nem o frio, nem a fome, nem a incerteza de estar vivo seja o problema. Silenciar meu desespero interno de coisas materialistas e pequenas diante de tanta compreensão com a vida, fez entender que o importante mesmo é sentir-se gente e para isso não há casa, não há rótulo e muito menos dinheiro que complete, mas sim sorrisos sinceros, momentos imersos de paixão pelo próprio destino e seres deslumbrados com o universo.
Enxergar o reflexo da satisfação das pessoas que moram nas ruas, nas casas de madeira mais parecidas com papel, me fizeram entender que talvez nem o frio, nem a fome, nem a incerteza de estar vivo seja o problema. Silenciar meu desespero interno de coisas materialistas e pequenas diante de tanta compreensão com a vida, fez entender que o importante mesmo é sentir-se gente e para isso não há casa, não há rótulo e muito menos dinheiro que complete, mas sim sorrisos sinceros, momentos imersos de paixão pelo próprio destino e seres deslumbrados com o universo.
Cada vez que então preciso decidir ou escolher, ou penso num grande problema, ao invés de raiva, sinto alegria, ao invés de chorar, penso em rir e descontrair o que achamos estar errado, porque aprendemos que a vida é muito mais essencial que o tempo perdido por coisas passageiras. E todos os dias enxergo aqueles rostos que eu vi e reescrevi na minha imaginação, que eu senti na pele ao remontar o que teria atrás de tanta precariedade. É por isso que pinto e redesenho esses mesmos sentidos e faces na minha mente como inspiração de me sentir viva, ao descobrir que eles são os indivíduos mais completos da existência.
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