quinta-feira, 14 de abril de 2011

O Que do Porque

Mas que riso, que gesto, que gosto, que cor...

verde, vida, alegria, amor...

quando na despedida, no beijo ou na dor...

que dia, que angústia, que flor, que lado...

mas quem disse, quem fala, quem sente...

tem medo, que rola e chora canção...
no recúo, na sequência, na resposta, na solidão...

Quem são? Que foram? Quando?

Apenas fantasiados na estampa do coração, imploram o poema do eco que pode gritar e avisar o perdão, quando apenas queremos ser o que nem sabemos porque.

Georgia Rossano

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